Quando a Chuva
Vira Espetáculo e Nós Viramos Figurantes
Se não
encontrarmos o lado positivo no meio do caos, não sobrevivemos nesta selva
urbana. E, convenhamos, a selva hoje está encharcada.
Relâmpagos? Não são ameaças, são os
anjos lá em cima a tirar selfies com flash! Sorriam, são paparazzi celestiais.
E aquele barulho que chamam trovoada? É só o aplauso dramático do céu para mais
um génio que decidiu acelerar como se a chuva fosse um spa para carros.
Spoiler: não é, o que se molha é o carro, não a inteligência.
Transportes
públicos nesta época? Uma experiência aromática única! Entre bolas de
naftalina, perfumes “mal lavados” e quem acha que a rua é chuveiro grátis para
poupar água em casa. Um verdadeiro festival olfativo — e sem bilhete VIP.
Meninas a
queixar-se da roupa molhada? Queridas, todas as flores precisam de água… até as
ervas daninhas e plantas invasoras. Nada que uma tesoura de poda ou uma catana
não resolva (brincadeirinha… ou não).
E as bruxas?
Hoje é dia de glamour! Larguem a vassoura, peguem no chapéu-de-chuva vintage e
desfilem. Cabelos elétricos? Chamem-lhe “look excêntrico”. Para as bruxas
modernas que trocaram a vassoura pelo aspirador elétrico, aproveitem para
recordar os bons velhos tempos.
Conclusão:
vivam a vida, saiam à rua, deixem-se molhar. Está divinal. Porque, no fundo,
cada tempestade é só uma desculpa para rir da tragédia com estilo.

Sem comentários:
Enviar um comentário